
minha trajetória
Sou formada em Medicina pela Santa Casa de São Paulo (2014) e segui na casa para a residência em Dermatologia — e, depois, para a especialização em Cirurgia Dermatológica e Cirurgia Micrográfica de Mohs. Foi ali que descobri a área que me define: a intersecção entre precisão cirúrgica e cuidado com a pessoa inteira.
Busquei formação onde ela é referência: fui fellow em Dermatoscopia no Dermatology Unit of Campania (Nápoles, Itália, 2019), dedicando um período exclusivamente ao diagnóstico das lesões de pele, e fellow em Cirurgia Micrográfica de Mohs na Harvard Medical School (Boston, EUA, 2025), aprofundando a técnica que oferece as maiores taxas de cura no câncer de pele.
Sou membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). Atendo em consultório na Av. Angélica (Consolação) e opero nos hospitais Sírio-Libanês, Albert Einstein, Samaritano e Nove de Julho. Também atendo em inglês.
formação em resumo
Medicina — Santa Casa de São Paulo (2014)
Residência em Dermatologia — Santa Casa de São Paulo
Especialização em Cirurgia Dermatológica e Cirurgia de Mohs — Santa Casa de São Paulo
Fellow em Dermatoscopia — Dermatology Unit of Campania, Nápoles, Itália (2019)
Fellow em Cirurgia Micrográfica de Mohs — Harvard Medical School, Boston, EUA (2025)
Membro titular — SBD e SBCD
CRM-SP 170195 · RQE 81746
como eu enxergo a consulta
Pacientes costumam me descrever como minuciosa — e assumo. Consulta boa, para mim, é a que tem tempo: para ouvir a história, examinar a pele inteira, explicar o diagnóstico em português claro e montar um plano que caiba na sua vida.
Eu não estou aqui para apontar defeitos nem para vender procedimento. Quando há uma queixa, uma necessidade médica ou um desejo legítimo seu, a gente trata — com técnica e honestidade. Quando não há, a resposta também é honesta: não precisa.
estética não anula o cérebro
Sou uma dermatologista que gosta de estética e questiona os padrões que a indústria empurra. Essas duas coisas convivem bem: dá para cuidar da pele, suavizar o que incomoda e envelhecer com bem-estar sem apagar identidade, sem uniformizar rostos e sem transformar insegurança em mercadoria. É essa a estética que pratico — e é sobre isso que converso diariamente com quem me acompanha no @deadermato.
medicina que atravessa o rio
Sou médica voluntária da ONG Zoé, em expedições de saúde a comunidades ribeirinhas remotas da Amazônia. Numa dessas viagens conheci uma senhora que vivia reclusa havia anos: não abraçava nem os netos, convencida de que as manchas brancas na sua pele eram uma maldição contagiosa. O diagnóstico era vitiligo — uma doença autoimune, que não se transmite. Expliquei com calma, mais de uma vez, até ela acreditar. A consulta terminou com um sorriso enorme e as mãos dadas.
Trago dessas expedições um lembrete que uso todos os dias no consultório: doença de pele nunca é “só estética” — ela mexe com a forma como a pessoa vive, toca e é tocada.
fora do consultório
Casada, mãe do Natan, tutora de dois gatos e um cachorro. Nas horas vagas, mãos ocupadas: artesanato, desenho e trabalhos manuais — talvez por isso a cirurgia tenha me escolhido. Leio muito, questiono mais ainda, e acredito que tudo — inclusive a dermatologia — é também uma conversa sobre o mundo em que vivemos.
vamos nos conhecer?
Consultas de segunda a sexta, das 13h às 17h, na Av. Angélica — Consolação.
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